Olá novamente,
Após toda a explicação que me foi dada sobre a cirurgia profilática e, ao fim de algum tempo, penso que no período de um ano, após conversas com o meu marido e mesmo eu, a ponderar muito bem se estaria ou não disposta/preparada para fazer essa cirurgia, tomei essa decisão, pois avaliando o risco/benefício e sabendo eu que não iria ficar com umas mamas perfeitas (tal como as mulheres que fazem estas cirurgias, simplesmente para aumento), como fui alertada inúmeras vezes, pois esta cirurgia consiste na remoção total da massa mamária, e como a minha mama direita, já tinha levedo com muita radiação (radioterapia), a pele perdeu a sua elasticidade e o comportamento a uma cirurgia plástica, não é muito favorável. Contudo, o que mais pesou na minha decisão, foi a possibilidade de reduzir a probabilidade de reaparecimento de cancro da mama.
E então, em Setembro de 2017, fui fazer a cirurgia profilática mamária, bilateral com reconstrução. A recuperação desta cirurgia requereu que ficasse internada 10 dias, e correu tudo bem, dentro que que era expectável e, ao fim de 3 meses em casa, votei às minhas rotinas laborais.
Quanto ao resultado final, pois, esse não foi o mais desejado (embora eu tenha sido por várias vezes alertada para esta possibilidade), ficaram mais pequenas do que as que eu tinha e com muitas imperfeições... mas não, então, por consequência disto, ainda estou à espera de ser chamada para cirurgia, tal como na explicação dada pelo Dr. Fernando Castro, no meu post anterior, "Dada a complexidade da cirurgia podem também surgir complicações, que podem justificar intervenções adicionais, o que pode atrasar o processo de recuperação e comprometer o resultado final", pois para além as próteses não terem ficado bem posicionadas, e estarem a causar algum desconforto, no que possamos considerar perfeição, no meu caso em concreto, não existe.
